sexta-feira, 29 de agosto de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Blog da Cida Torneros: O homem que eu amo, uma canção que me faz pensar.....
Blog da Cida Torneros: O homem que eu amo, uma canção que me faz pensar.....: Quando ouço a Billie Holliday ou a Barbra Streisand, cantando esta canção, que meu amigo Vitor Hugo Soares, da Bahia, dedicou à sua esposa...
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
contra-ataque do amor: Paris, avec amour!
contra-ataque do amor: Paris, avec amour!: Amor tem lugar, talvez, tem vez, hora de suspirar, sonhar em francês! Assim , quem sabe, o sentimento é momento único, enfim. Amo...
terça-feira, 26 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
o reencontro no fim de tarde
Ele e eu nos revemos por acaso.
-VOCÊ ESTÁ BONITA!
Ele diz, com espontaneidade. Era meu vizinho por mais de dez anos. Mudou-se há alguns meses e no dia sa despedida, aquele homem de quase dois metros, 20 anos mais jovem que eu, ao me abraçar, chorou, surpreendendo-me.
Estamos no fim de tarde, ele veio buscar o filho adolescente na escola em frente, estou saindo e nos esbarramos. Nosso reencontro é carinhoso, respeitoso e seu elogio me soa sincero.
A beleza está nos olhos de quem a vê. Sei que estou abatida, mas arrumadinha. Tudo é bem rápido, a energia que trocamos paira no ar como somatório de promessas vagas.
Nosso até breve tem jeito de "quem dera pudessemos ultrapassar barreiras e nos entendermos melhor.
Fica no espaço a sensação prazerosa de bons augúrios.
Caminho em direção à casa da minha mãe. Ele aguarda o filho e nossas vidas seguem rumos diversos.
Um dia, eu o chamei tuaregue, nos tempos em que me circundava e pedia um café. Não mais o barulho dacsua moto. O vizinho solitário como eu, que cuidava do filho que vi crescer.
Pairava entre nós a delicadeza e havia um acordo mudo em torno da mirada intensa. Nossas conversas foram superficiais e sinceras, os anos nos deram a confiança da proximidade fisica de casas grudadas e, muitas vezes, nos cumprimentamos percebendo que nossos humores oscilavam.
Sorrimos e contamos historinhas de vida. O tempo passou.
Ao nos reencontrarmos talvez seja mesmo o instante de vermos a beleza que ainda cultivamos em corações que se sintonizam, batem no compasso da boa vizinhança.
E a noite veio. Há meses, na casa ao lado, vive o silêncio do vizinho e a placa de vende-se anuncia que por ali passou alguém cuja presença bonita refletia a minha.
Cida Torneros
quarta-feira, 23 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
contra-ataque do amor: Blog da Cida Torneros: Nossa família brasileira re...
contra-ataque do amor: Blog da Cida Torneros: Nossa família brasileira re...: Blog da Cida Torneros: Nossa família brasileira recebendo Melissa em 2000... : As fotos registram uma reunião feliz, em 2000, quando recebem...
segunda-feira, 9 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Femme...
Ser fêmea, em questão de sentidos, é um apanhado de singularidades, emoções, e nem está, definitivamente, atrelado ao gênero, mas ao comportamento e ao sentimento. Um gay ou um hetero, um ser pode ser feminino, independente do sexo que tenha nascido. No mundo, em culturas diversas, o feminino tem passado por opressões e preconceitos, estereótipos e muitos desenganos. Mas, a garra de sobreviver em valores e conquistas, traz para as mulheres e seus afins, a soberania de somar o maior dos seus amores, o Amor à sua própria feminilidade.
Amar-se é o passo maior, a chave de seu estar no mundo, a causa de poder doar aos filhos, amigos, carreiras, profissões, etc, com requintes de solidariedade ou disposição para embates, disputando lugares e espalhando luzes. Muitas vezes, mesmo em momentos de derrota, as criaturas de caráter feminino, sabem que precisam reinventar-se e trocar de pele até, radicalizar em posturas ou aparência, ousar transformar-se para que as reconheçam.
Ser amadas, elas sempre sonham, de verdade, por parceiros/parceiras que as respeitem e compreendam.
Nem sempre é fácil conseguir ou ter a sorte de cruzar com alguém civilizado o bastante para trocar experiências de vida com dignidade, sem posse, sem cobranças, por amizade e afetos verdadeiros.
Solidões se sucedem mas uma fêmea autêntica reconhece em si mesma o quanto é guerreira e pode renunciar em nome do seu amor próprio. Questão de intensidade íntima, avaliar que há na feminilidade um misterioso caminho de superação, à custa de batalhas diárias, de rastros de humilhação para certas situações, mas de grandes vitórias quando se olha pra trás, e, apesar dos abandonos, traições, decepções, esquecimentos, desrespeitos, a gente se percebe viva, tão viva e tão fêmea, com as rugas da maturidade a nos enfeitar os olhos com que expiamos culpas ou nos livramos delas, observando o mundo que recriamos.
Femininas esperanças se renovam em almas assim, desbravadoras, que não se acomodaram com os modelos que tentaram lhes enfiar goela abaixo.
Cida Torneros
segunda-feira, 12 de maio de 2014
contra-ataque do amor: Novos recados de Moscou
contra-ataque do amor: Novos recados de Moscou: Enviado por Aparecida Torneros - 19.10.2005 14h05m Novos recados de Moscou Vendo o tenente-coronel Marcos César Pontes, ao lado do ...
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