sexta-feira, 14 de março de 2014

Blog da Mulher Necessária: poema de amor

Blog da Mulher Necessária: poema de amor

Blog da Mulher Necessária: verde que te quiero verde fuego flamenco

Blog da Mulher Necessária: verde que te quiero verde fuego flamenco

Blog da Mulher Necessária: Os pegadores e as vagabundas

Blog da Mulher Necessária: Os pegadores e as vagabundas

bruxinhas da minha coleção

São as Meigas,
Feiticeiras,
Magas da paixão, 
Bruxinhas da magia,
Fadas dos feitiços
Artesãs das poções
Voadoras das vassouras,
Inquietas das predições, 
Intuitivas do futuro,
Aliadas das forcas ocultas,
Elas aparecem na lua cheia
E cantam, dançam,  serpenteiam.
Água,  fogo, terra e ar,
Florestas encantadas,
São minhas companheiras,
Senhoras dos lagos, mares,
Amantes das rochas, oceanos, ventos,
Estradeiras, ciganas, andarilhas, dançarinas, 
Arfantes, disfarçadas,  esvoaçantes. ?.
Bruxinhas que alucinam e protegem,
Amigas das tempestades,
Rainhas das majestades, 
Ilusionistas das crenças, 
Intercessoras dos caminhos ,
Oradoras da salvação, 
Poderosas das lutas espirituais,
Condenadas pelo preconceito,
Detentoras dos segredos,
Misteriosas do universo,
Elas bailam em torno de nós
Aspergem raios de luz
Poeira de estrelas, 
Perfumes de alfazema,
Inebriam nossos sonhos, 
Nos acalentam,
Envolvem e prendem
Em círculos de  espiritualidade
Para sempre...

Cida Torneros





contra-ataque do amor: Cassia Eller - Blues da piedade

contra-ataque do amor: Cassia Eller - Blues da piedade

vesti azul






sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Paris, avec amour!


Amor tem lugar, talvez, tem vez, hora de suspirar, sonhar em francês! 
Assim , quem sabe, o sentimento é momento único,  enfim.
Amor tem dia, tem planejamento ou acontece no atropelo?
Amar implica em zelo, em desvelo, no cego apelo!
Em Paris se ama a luz, energia sonhadora, redentora,
Esperança de transceder no espaço,  com a saudade o que faço? 
Volto lá e te encontro, naquele ponto em que paramos o roteiro,
Tu me olhas fascinado, eu choro um pouco primeiro.
Depois, nos aglutinamos num corpo só,  sem dó, 
Doemos juntinhos nossas dores  amenizadas, 
E se pudermos,  do verbo dar, doemos muito mais
Mais amor, bem mais, até o fundo de nós, 
Nos envolvamos em grudado encanto, atemos os nós
De pernas, bocas, dedos, olhos, ancestrais,
Aquele louco prazer de constatar afinidades,
Enquanto Paris alucina e o amor ensina
A reviver cada segundo, nas saudades,
Agradecendo a sorte, tão humana e tão divina,
De termos nos percebido no mundo vasto,
Em dias de frio ou calor, de paixão e amor!
Assim, desfilar de mãos dadas em Paris
Pode ser um evento incrível,  inesquecível, 
E deve nos abastecer de astral perfeito,
Um lance eterno, um bom conceito,
A brandura do enternecer e loucura do imprevisivel!
Cida Torneros