sexta-feira, 14 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
contra-ataque do amor: Novos recados de Moscou
contra-ataque do amor: Novos recados de Moscou: Enviado por Aparecida Torneros - 19.10.2005 14h05m Novos recados de Moscou Vendo o tenente-coronel Marcos César Pontes, ao lado do ...
segunda-feira, 3 de março de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
contra-ataque do amor: Amores trapaceiros em balanço de final de ano!
contra-ataque do amor: Amores trapaceiros em balanço de final de ano!: A noite, em Copacabana, era momento de brinde, muito chope rolando, na Avenida Atlântica, um mesmo restaurante de tantos anos, o grupo de am...
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Paris, avec amour!
Amor tem lugar, talvez, tem vez, hora de suspirar, sonhar em francês!
Assim , quem sabe, o sentimento é momento único, enfim.
Amor tem dia, tem planejamento ou acontece no atropelo?
Amar implica em zelo, em desvelo, no cego apelo!
Em Paris se ama a luz, energia sonhadora, redentora,
Esperança de transceder no espaço, com a saudade o que faço?
Volto lá e te encontro, naquele ponto em que paramos o roteiro,
Tu me olhas fascinado, eu choro um pouco primeiro.
Depois, nos aglutinamos num corpo só, sem dó,
Doemos juntinhos nossas dores amenizadas,
E se pudermos, do verbo dar, doemos muito mais
Mais amor, bem mais, até o fundo de nós,
Nos envolvamos em grudado encanto, atemos os nós
De pernas, bocas, dedos, olhos, ancestrais,
Aquele louco prazer de constatar afinidades,
Enquanto Paris alucina e o amor ensina
A reviver cada segundo, nas saudades,
Agradecendo a sorte, tão humana e tão divina,
De termos nos percebido no mundo vasto,
Em dias de frio ou calor, de paixão e amor!
Assim, desfilar de mãos dadas em Paris
Pode ser um evento incrível, inesquecível,
E deve nos abastecer de astral perfeito,
Um lance eterno, um bom conceito,
A brandura do enternecer e loucura do imprevisivel!
Cida Torneros
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Lendas de amor, histórias de paixão, ilusões de vida...
O tal amor arrebatador, movido a gás novelesco, hollywoodiano ou espiritualista, existe muito mais na imaginação do que no dia a dia dos mortais. Entretanto, não há porque negar sua impulsividade, a tal chama que inflama enredos personalistas, criando mitos de amantes cultuados, invejados, admirados ao longo dos séculos.
Amores que florescem em criaturas sensíveis podem ser sua redenção ou seu infortúnio, sempre foi assim, e, ao se buscar equilíbrios nas coisas do amor, a temperatura baixa e uma rotina de mesmices o faz perder a graça.
Lendas precisam de loucuras para estimular sonhos inimaginaveis, há que se estabelecer dimensoes desconhecidas onde campeiem ilusões, capitulos desconhecidos para novas e desafiantes histórias.
Viver por viver não é amar por amar. Amar com paixão, desatino, cabeça tonta, iludir-se, perder o prumo, dormir com a imagem do ser amado mesmo longe fisicamente, é o mínimo que um amante consegue controlar.
Não há como esquivar-se da dor de uma saudade ou do incômodo medo de perder o amor de alguém, tal qual um insano desejo aprisionador e, ao mesmo tempo, redentor, efeito de droga ou momentos de êxtase.
Só quem viveu , sentiu ou passou, lode avaliar o transe de um coração iludido pela paixão ou invadido pelo tal amor entre pessoas que se atraem, que sonham estar juntas, pegadas, agarradas, um sentimento tanto hormonal quanto irracional.
Pensar nisso sem resolver. Melhor sentir isso e embaralhar-se na fluidez de um rio que avança, carregando no seu leito um conjunto heterogêneo de aflicoes e prazeres.
Lendas, histórias, ilusões, os amores e as paixões acontecem. Nos cabe, com a devida humildade, atravessar suas fases e depois, se escaparmos, viver seus frutos, desfrutar suas lembranças ou seguir seus passos, se houver companheirismo, segurando mãos amadas, abraçando corpos aconchegados e ouvindo frases eternas que nos declarem o quanto nos amam até o último segundo de nossas vidas.
Cida Torneros
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